O QUE É O CLCG?

O Centro Logístico Campo Grande (CLCG) é um projeto com duas etapas.

  • A primeira será a criação de uma nova Reserva de Mata Atlântica, que ocupará a maior parte da propriedade e responde por 83% da área do projeto.
  • E a segunda, nos 17% restantes, será a implantação da infraestrutura logística ferroviária prevista no planejamento do governo com o nome PLP – Plataforma Logística Periférica e voltada ao atendimento do Sistema Cremalheira/ Porto de Santos.

Caracterização

A nova Reserva da Mata Atlântica vai proteger todas as nascentes existentes na propriedade por meio de programas de monitoramento da qualidade das águas e da biota aquática, enriquecimento da flora, monitoramento da fauna, apoio ao turismo ecológico, entre outros.

A infraestrutura logística ferroviária funcionará como um pulmão (respiro na linguagem da ferrovia) para a triagem e formação de trens, e também para o transbordo e armazenamento de carga na transposição da Serra do Mar. O projeto está alinhado à política estadual e federal para o desenvolvimento logístico e de transportes para região metropolitana de São Paulo.

Com programa preferencial para moradores da região
Este é o tamanho da nova Reserva Florestal
Por cada tonelada de carga transportada por trem

Para mais informações sobre o projeto, acesse a seção de perguntas e respostas disponível no portal.

100% em conformidade com toda a legislação

O projeto Centro Logístico Campo Grande atende a todas as Leis e Decretos regulamentadoras do Código Florestal Brasileiro, Lei da Mata Atlântica, Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, Lei de Tombamento da Serra do Mar, Lei de Proteção de Mananciais, e ainda à Lei Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental, o Plano Diretor e a Lei de Uso do Solo Municipal de Santo André.

localização

Bairro Campo Grande, Município de Santo André – SP, no entorno do pátio de manobras da ferrovia atualmente sob concessão da MRS, praticamente a meio caminho entre a Estação da Luz e o Porto de Santos, próximo ao Sistema Cremalheira.

acompanhe-nos nas redes sociais

Perguntas & Respostas

O Centro Logístico Campo Grande (CLCG) é um projeto com duas etapas.

  • A primeira será a criação de uma nova Reserva de Mata Atlântica, que ocupará a maior parte da propriedade e responde por 83% da área do projeto.
  • E a segunda, nos 17% restantes, será a implantação da infraestrutura logística ferroviária prevista no planejamento do governo com o nome PLP – Plataforma Logística Periférica e voltada ao atendimento do Sistema Cremalheira/ Porto de Santos.

 

São dois objetivos. O primeiro é a criação da nova Reserva de Mata Atlântica que vai proteger todas as nascentes do imóvel, e terá programas como os de monitoramento da qualidade das águas e da biota aquática, enriquecimento da flora e monitoramento da fauna, apoio ao turismo ecológico, entre outros.

E o segundo é a implantação da infraestrutura logística ferroviária que funcionará como um “pulmão”, ou respiro na linguagem da ferrovia, para a triagem e formação de trens, e também para o transbordo e armazenamento de cargas na transposição da Serra do Mar. Esta parte do projeto atende à política estadual e federal para o desenvolvimento logístico e de transportes.

 

Localiza-se no entorno do pátio de manobras ferroviário da antiga estação Campo Grande – Município de Santo André – SP, entre Rio Grande da Serra e o Sistema Cremalheira, a meio caminho entre a Estação da Luz e o Porto de Santos.

A área total do imóvel alocada para o projeto tem aproximadamente 228 hectares. A maior parcela, com 83% da área, equivalente a aproximadamente 190 campos de futebol será utilizada para nova Reserva de Mata Atlântica. No restante da área, equivalente a aproximadamente 38 campos de futebol será implantada a infraestrutura logística ferroviária.

Por sua natureza o principal papel será o de gerar empregos, cuja tipologia (administração, operação logística, vigilância, limpeza, manutenção da Reserva, entre outros) e o número de vagas a serem geradas, são compatíveis com a qualificação da mão de obra já disponível na região de Campo Grande e Rio Grande da Serra. Além disso, haverá programas de capacitação e destinados ao fomento do turismo.

Aproximadamente 600 novas vagas de emprego, que serão criadas prioritariamente para os moradores da região. Além dos empregos diretos e indiretos, o projeto trará maior dinamismo à economia da região desde o início de sua implantação.

O processo de licenciamento ambiental é feito em três fases, começando com a  LP – Licença Prévia, continuando com a LI – Licença de Instalação, e finalizando com a LO – Licença de Operação. O projeto encontra-se em análise na fase inicial, ou seja, a da Licença Prévia, no órgão licenciador do Estado que é a CETESB, com as audiências públicas já realizadas.

O Centro Logístico Campo Grande atende a todas as leis e decretos regulamentadores do Código Florestal Brasileiro, Lei da Mata Atlântica, Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, Lei de Tombamento da Serra do Mar, Lei de Proteção de Mananciais, e ainda a Lei Municipal de Gestão e Saneamento Ambiental, o Plano Diretor e a Lei de Uso do Solo Municipal de Santo André.

Não haverá supressão em áreas de Reserva. Ao contrário, o projeto vai criar uma nova área de Reserva de Mata Atlântica, equivalente a aproximadamente 190 campos de futebol. A implantação da infraestrutura ferroviária ocorrerá em locais anteriormente utilizados pelo homem, e em locais de vegetação secundária em estágios iniciais e médio, próximas ao eixo da ferrovia e  em níveis bastante inferiores aos preconizados na Lei da Mata Atlântica e de Proteção dos Mananciais.

A orientação da ocupação do solo segue todas as diretrizes de conservação da Mata Atlântica preconizadas pelos estudos da BIOTA-FAPESP (especialmente as de áreas prioritárias para a conservação e de conectividade), e da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. De todas as nascentes existentes no local, 62 estarão inseridas na nova Reserva de Mata Atlântica, ou seja, terão uma significativa ampliação de suas APPs.

Diferentemente do trecho plano da ferrovia, onde o sistema é o de livre aderência, o trecho da Serra do Mar requer o uso de um sistema especial de aderência denominado Cremalheira, que permite a transposição do grande desnível entre o planalto e o litoral. Enquanto os trens modernos chegam a ter até 120 vagões, a Cremalheira permite transportar aproximadamente 10 vagões por vez.

O transporte ferroviário via Campo Grande é muito importante, pois permite o acesso à margem esquerda, a mais utilizada do Porto de Santos, enquanto as rodovias acessam a margem direita.

Além disso há muita diferença nas capacidades instaladas. Até Rio Grande da Serra a capacidade instalada, medida em milhões de toneladas por ano, é quatro vezes a do trecho seguinte. Portanto, é como se houvesse um funil em Campo Grande.

Daí a necessidade de uma infraestrutura ferroviária que permita a triagem, a formação de trens, e o transbordo e armazenagem de cargas em Campo Grande.

Notas

É o Plano de Ação da Macrometrópole, que traz as diretrizes para o transporte e logística no Estado de São Paulo. Esse plano, englobado pelo Plano Diretor de Desenvolvimento de Transportes – PDDT, da Secretária de Logística e Transporte do Estado de S. Paulo, possui estudos que mostram claramente a necessidade de ampliar o modal ferroviário para a carga geral com a criação de plataformas avançadas, que estarão localizadas na Região Urbana chamadas PLUs – Plataformas Logísticas Urbanas, como a da Vila Carioca em S. Paulo, ou na periferia da Macrometrópole, chamadas PLPs – Plataformas Logísticas Periféricas, como a do Centro Logístico Campo Grande e as PLRs – Plataformas Logísticas Regionais, como será denominada a de Santos

Dúvidas ou sugestões, entre em contato.






Scroll Up